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ACABOU... OPS TÁ ACABANDO
PESSOAL!!!! CHEGANDO A MAIS UMA ETAPA FINAL!!!
E foi muito importante e gratificante poder participar dessa última aula, essa avaliação coletiva e com respeito me fez chegar a conclusão da gostosa e maravilhosa experiência vivida. E hoje posso registrar no MEU BLOG, pois antes era uma tarefa difícil e irritante para mim, o quanto reconstrir e construir TÁSSIA, aprendi, ou seja me abrir para novas experiências e me tornei uma "nova pessoa" já que toda aprendizagem requer mudança. Posso relamente dizer o quanto fui EDUCADA.
E nesse encontro de hoje só aconteceu isso?
ÑÃO, CLARO QUE NÃO!
Agora vai alguns dos acontecimentos:
exposição dos produtos da III semana do software livre.
discussão das divulgações para a III semana do software livre.
e muita, mas, muita emoção rsrsrsrsr
MUITO OBRIGADA A TODA TURMA!!!
MUITO OBRIGADA A PROFª BONILLA!!!
E ATÉ A PRÓXIMA QUEM SABE!!!
Escrito por tassiaspinola às 17h48
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Nas aulas que ocorreram de 05 a 12/06 foram abordados os conceitos dos seguintes termos:
VIRTUAL
DIGITALIZAÇÃO
REDE
INTERATIVIDADE
HIPERTEXTO
PORTAL
SIMULAÇÃO
TEMPO REAL
SITE
WEB
NÃO LINEARIDADE
NAVEGABILIDADE
IMATERIALIDADE
CIBERESPAÇO
COMUNIDADE VIRTUAL
INTELIGÊNCIA COLETIVA
LINK
MULTIMÍDIA
ON-LINE
Fquei responsável pelo conceito de inteligência coletiva e no resumo do texto Sexo, afeto e era tecnológica de Gustavo cunha ele aborda o conceito de Lévy:
"É uma inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta em uma mobilização efetiva das competências. sua base e objetivo são o reconhecimento e o enriquecimento mútuo das pessoas, e não o culto de comunidades feitichizadas ou hipostasiadas"
Escrito por tassiaspinola às 18h58
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O Poder da Televisão
Tássia Chagas Spínola
Frente a tantas inovações tecnológicas, as mudanças ocorridas no mundo para e através das tecnologias , especialmente a televisão, que já tem anos de história, continua presente na vida das pessoas, fazendo parte do cotidiano. Segundo Tordjman e Morand (p.26, 1997) “Ela é mais do que isso, podendo funcionar como um grande mapa ilustrado, onde a cultura e os costumes de todos os continentes aparecem como destaques”.
Conhecimento, descoberta, orientação, posicionamento, ou seja, “mapa ilustrado”, que reproduz e produz a sociedade. Mas ainda pode-se dizer que a televisão também é mídia de diversão, um programa para o domingo e, novamente, segundo Tordjman e Morand (p.26, 1997) “janela para o mundo”. Janela esta que projeta, simula, comunica, através do visual (imagem), do auditivo (som/voz) e do código da escrita (legenda).
Cada vez mais moderna e com grande poder de sedução, a televisão ajuda a formar tipos de homens diferentes, que se encantam com o mundo de coisas novas que lhe é apresentado e aumentam a sede em torno de novas descobertas. Hoje você descobre a vontade de querer conhecer algo muito mais através da televisão do que pela boca de uma pessoa, o visual proporciona o deslumbramento ou a decepção, é essa característica, que faz e fez com que a tecnologia televisiva se desenvolvesse perdurando até hoje. E todo esse processo só foi possível através da descoberta de transmissão por ondas de rádio, que desenvolvido possibilitou posteriormente a transmissão de voz, imagem e dados, possibilitando assim a criação da televisão.
A comunicação desse aparelho forma valores, transfere e produz conhecimento aos telespectadores. Exerce um papel na sociedade e portanto possui poder. Influencia ou não as pessoas, a depender da transmissão dos conteúdos e da estruturação da informação recebida por cada indivíduo (não atribuindo esse poder somente a televisão, mas delimitando nessa produção a discussão em torno dela). A forte presença da televisão e seu papel desempenhado na sociedade, tem levado a muitas discussões acerca da sua influência na formação dos indivíduos.
Escrito por tassiaspinola às 17h34
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“As notícias não chegam mais aos ouvidos de um garoto pelo padre na homilia, pelo professor na hora da aula ou pelo pai na hora do almoço” (BUCCI, p.16, 2002). Com a televisão surgiu uma nova forma de interação com o mundo, que acabou por substituir e/ou intermediar as relações sociais e com isso muda-se também o comportamento dos indivíduos. Levando-os a adotar posturas diferentes, promovendo juntamente com todas as outras formas de comunicação a construção e reconstrução dos conhecimentos, a repetição/imitação, os estigmas. A maneira como os conteúdos televisivos são transmitidos podem omitir, desvendar ou deturpar a informação.
Segundo Barros Neta (p.25, 1996),
“Sem dúvida alguma, os conteúdos da televisão ratificam a gama de representações que permeiam a ideologia dos dirigentes do sistema, que permite a recomposição hegemônica. Mas, não se tem dúvida também que a instituição escolar, através de textos didáticos e do próprio discurso e trabalho do educador, contribui para reafirmar e concretizar essa gama de noções, conhecimentos e valores apresentados pela televisão”,
Ao mesmo tempo que a televisão reproduz a sociedade, ela também produz essa mesma sociedade. Nós nos representamos e a representamos e ela se representa e nos representa. Esse movimento tanto pode dar-se positivamente como negativamente, a depender do movimento de reestruturação de informações internalizadas pelo sujeito.
Esse processo de reestruturação de informações não depende exclusivamente da televisão, é uma resposta a um conjunto de ações produzidas. Barros Neta (p.25, 1996) afirma que
“ A influência da televisão não pode ser estudada somente pela análise de seus produtos, mesmo que essa análise leve em conta a interação no processo comunicativo. Ela deve ser examinada junto aos demais processos de reprodução social, embora se concorde que, no conjunto desses processos ela exerça uma função significativa”.
As análises da influência televisiva, estar intimamente relacionada com o fato de ser o meio de comunicação que mais as pessoas tem acesso, antes mesmo do contato com a escola, “uma criança brasileira passa entre três e quatro horas por dia diante da televisão e isso antes de começar a frequentar uma escola” (BUCCI, p.16, 2002). E a preocupação está justamente no processo desse contato, na importância do telespectador enxergar nas entre linhas, compreender o que está sendo transmitido e o que realmente significa. E não tomar como verdade absoluta , sem fazer o movimento de reestruturação interna. No caso da criança o desenvolvimento que possa está levando-a a fazer esse processo de reestruturação interna é gradual e lento, sendo perceptível com a sua maturação. Daí a importância de está orientando-a no uso da TV.
Escrito por tassiaspinola às 17h31
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O nível de consciência crítica indica maior ou menor probabilidade da influência televisiva. Desde a maneira de vestir-se até o uso feito da tecnologia, a escolha dos programas prediletos. Não querendo afirmar aqui, que só porque uma pessoa gosta de assistir novela, ela tenha maior ou menor influência da tv. Mas ressaltando que os programas produzidos pelas emissoras comerciais são destinados a determinados públicos. Público que muitas vezes não tem essa consciência e acaba por passar despercebido diante dos seus olhos o real interesse da mensagem transmitida. Magalhães (P.54, 2000) trata de maneira bem clara, esse poder de decisão que existe por trás da telinha, “O poder de decisão fica com quem oferece a programação, escolhe matérias e conteúdos, define a ênfase a ser dada a certas notícias, horários a serem lançadas propostas renovadoras ou mantenedora de quadros sociais e comportamentos individuais”.
Toda produção dos programas está recheada das concepções de quem os produz, e essas “verdades” transmitidas é que chegam aos telespectadores. Imbuída de beleza, imagens coloridas, pessoas e lugares bonitos e também de verdades verdadeiras, mostrando os lugares feios, pessoas sofredoras, os problemas sociais nú e crú. Mas sempre conduzindo a algo, apresentando, seduzindo, aprisionando. “Não dá mais para tirar a tv do nosso mundo. Talvez por isso mesmo seja tão interessante tirá-la, por alguns dias, da nossa rotina pessoal” (BUCCI, P.16, 2002), a televisão é uma necessidade humana, provocando com isso a dificuldade de nos desligarmos dela até mesmo por algumas horas. A dependência da televisão é tão notória, que limita o telespectador, este muitas vezes programa o seu dia embasado na programação da TV, sem ao menos se dar conta da tamanha dependência, pois o que passa a ser rotina acaba por deixar de ser notado e
analisado.
As pessoas se moldam a sua sociedade (pelo menos na maioria das vezes), incorporam hábitos, modos, costumes, valores..., ou seja, aprende. O aprendizado também ocorre por e através da televisão, formal ou informal, com novela ou com jornal, formando cidadãos críticos ou do senso comum, “Nem sempre de maneira positiva ou propiciadora de desenvolvimento cultural ou social, mas não deixa de ocorrer aprendizagem” (MAGALHÃES, p.54, 2000).
Essa faca de dois gumes, informa, protege, ensina, constroe, mas também destroe, manipula. E como lidar com isso? Será correto culpá-la por todo resultado negativo? Não, penso que não, admito que por muitas vezes é vilã, mas não é por si só. Destroe, mas não destroe sozinha, assim como não constroe só, da mesma forma que a educação sozinha não salva a sociedade. A consideração a ser dada a televisão, tem que ser dada as demais tecnologias e instituições sociais, pois todos participam da formação do sujeito. Se apropriar da televisão é um início, mas é necessário ver que apropriação ocorre ou está ocorrendo, é preciso adiquiri-la para promover uma influência que construa sujeitos críticos e não uma influência que domesticalize os sujeitos.
Escrito por tassiaspinola às 17h28
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Referências Bibliográficas:
BUCCI, Eugênio. De Olho na Televisão: Minhas Férias. Revista do Professor Nova Escola, São Paulo, n. 155, Ano. XVII, p.16, set. 2002.
BUCCI, Eugênio. De Olho na Televisão: O Aluno que não via televisão. Revista do Porfessor Nova Escola, São Paulo, n. 157, Ano. XVII, p.16, nov. 2002.
MAGALHÃES, Lucila Rupp de. A mestra televisão e a questão ética. Revista de Educação CEAP, Bahia, n. 31, Ano. 8, p.51-55, dez. 2000.
MORAND, Claude; TORDJMAN, Dr. Gilbert. Primeiras emoções amorosas: falando de sexo - 10 a 13 anos. São Paulo: Scipione, 1997. 48p.
BARROS NETA, Maria da Anunciação P. A influência da TV na formação cognitiva, afetiva, ética e de comportamento da criança. Revista de educação CEAP, Bahia, n. 15, Ano. 4, p.19-26, dez/fev. 1996.
Escrito por tassiaspinola às 17h11
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AFF!!!
MEU DEUS! GENTE PRECISO APRENDER A GOSTAR MAIS DAS NOVAS TECNOLOGIAS. UTILIZAR DE FORMA QUE POSSA ME AJUDAR PROFISSIONALMETE, SENÃO IMAGINE VCS VOU COMETER O MESMO ERRO DOS PROFISSIONAIS DEFASADOS QUE ACHAM QUE ISSO NÃO IRÁ CONTIBUIR COM NADA. VOU NEGAR TODO O MEU DISCURSO.
ISSO NÃO PODE ACONTECER E NÃO VAI!
MAIS É DIFÍCIL HEIN!
Escrito por tassiaspinola às 14h45
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AULA DO DIA 03/07/06
Aconteceu uma exposição da profª sobre POLÍTICAS PÚBLICAS, onde Bonilla falou sobre: PROINFO, TV ESCOLA, RÁDIO ESCOLA, MÍDIA ESCOLA, RIVED, SEED, FUST, de maneira interativa, sempre com a participação da turma. Ao ler uma parte do Artigo produzido por Bonnila chamado POLÍTICAS BRASILEIRAS DE EDUCAÇÃO E INFORMÁTICA, percebi que os problemas citados na aula sobre o fucionamento dos projetos está sempre envolvido com o fato de que as políticas públicas brasileiras estão intimamente relacionadas com a necessidadae do desenvolvimento econômico do país e não como fim de desenvolvimento efetivamente educacional.
Escrito por tassiaspinola às 11h13
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SEMINARIO
Poxa!! adorei os seminários apresentados.
Muita informação, estavam todos muito bem informados sobre o seu tema. E como sempre a velha frase faz sentido "vivendo e aprendendo", essa maneira interativa de apresentação é muito boa. Coloca todos para participar e excita o interesse de toda a turma.
Para nós educadores mais uma forma de trabalhar com os nossos alunos, levando-os a construção de seu próprio conhecimento, defrontando-os com o conhecimento do professor e do colega.
Escrito por tassiaspinola às 17h40
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Grande Contribuição
Através da exploração do blog descobrir quantas contribuições o diário vritual pode nos dar, mas faço uma ressalva, para isso é necesário saber como e para que usá-lo. Tenho um interesse voltado para a Alfabetização e Letramento e hoje através da exploração de outros blogs com assuntos diversos tive acesso a um blog de uma professora alfabetizadora que tratava sobre o assunto e pudi perceber lendo a sua publicação como podemos ter acesso a outros conhecimentos e assim produzir o nosso conhecimento. Mas a sociedade precisa de uma orientação para usar as novas tecnologias, senão acaba caindo no uso supérfluo sem saber as diversas utilidades que os serviços possuem. A educação precisa muito se apropriar desses recursos, porém terá que ser aos poucos para que tenha um bom proveito e desenvolvimento, pois esses recursos terão que vir para somar e ajudar o país na luta copntar o caos educacional.
Escrito por tassiaspinola às 11h53
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INCLUSÃO DIGITAl
Falar da inclusão digital numa sociedade onde existem pessoas que se encontram abaixo da linha da pobreza, sem acesso aos serviços básicos para viver dignamente e ser respeitado, ao mesmo tempo que é difícil ou até inaceitável para algumas pessoas, se torna necessário, pois o desenvolvimento mundial está ligado a nova tecnologia.
A informação e a velocidade da sua renovação é o que norteia as sociedades de todo o mundo. E como ficam as pessoas que não tem acesso ao computador e aos serviços que são utilizados através do equipamento?
Ao ler o livro Exclusão Digital de Sérgio Amadeu da Silveira pude entender o porque da utilização da nova tecnologia e a dependência das nações. No livro o autor explica como e porque se deu o desenvolvimento do computador e dos serviços que sustentam a tecnologia, com isso compreendi que essa revolução é uma questão de poder.
O autor explicita que a invenção do primeiro computador aconteceu devido ao interesse de algumas nações, como os Estados Unidos da América, no desenvolvimento de armas nucleares e a partir daí todos os avanços passaram a ter ligação com o desenvolvimento do mundo.
São várias as problemáticas para que a inclusão digital possa acontecer, a começar pelo esclarecimento e orientação do uso da tecnologia para os grupos que tem acesso, pois não adianta o acesso, se não houver produção de conhecimento.
Escrito por tassiaspinola às 00h59
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SURPRESA!!!!!
CADA DIA QUE VIVO ME SURPREENDO MAIS COM AS COISAS DA VIDA. ENGRAÇADO QUE EU ERA UMA PESSOA QUE NÃO SUPORATAVA O USO DESSA NOVA TECNOLOGIA E HOJE ME ENCONTRO DEPENDENTE DELA E APRENDENDO CADA DIA QUE PASSA UMA NOVA UTILIDADE. ESPERO QUE COM A CRIAÇÃO DO MEU BLOG RELAMENTE CONSIGA IR ME IDENTIFICANDO, INTERESSANDO E DESCOBRINDO NOVAS MANEIRAS DE UTILIZAÇÃO.
Escrito por tassiaspinola às 09h56
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